"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas, quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Não se traduza um eu num momento



Poesias desenham os momentos
que vêm e vão...
Mas sabe quem escreve
que momentos morrem
poesias não.

Raquel Amarante

6 Comentários:

Augusto Barros disse...

Gostei! Adorei o seu estilo! Adorei o poema Talento.

Raquel Amarante disse...

Obrigada! Curti muito seu blog, estou seguindo!!

Anônimo disse...

"momentos morrem,
poesias não..."

Acho que lhe chegou ao "sedento lábio" o mesmo cálice do anjo Azrael que fez M. Quintana poetizar que "o poema não pertence ao tempo".

Poesia vencendo o tempo e transpassando poetas.

Raquel Amarante disse...

;)
Experiência própria né...rs

Anônimo disse...

Relendo este poema e os seus comentários, deparo-me e relembro-me com as nossas primeiras "interferências" sobre o mesmo, mas vejo que isso não é empecilho pra debruçar-lhe nova palavra, e bem ao contrário, um novo bom motivo se inaugura, afinal, como recitou a sua poetisa, "poesias são momentos que vêm e vão..."
Pois é, aquele momento foi, em vão não!, e outro já vem, se especial ou não, seu momento é especial ocasião para parabenizar a poetisa que sabe que "momentos morrem, poesias não."

Boa noite no dia da poesia.

Raquel Amarante disse...

Ahhh... Brigada!!
Os momentos aqui são "eternos enquanto duram..."

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