"A minha intimidade? Ela é a máquina de escrever. " Clarice Lispector

"A minha intimidade? Ela é a máquina de escrever. " Clarice Lispector

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Perda de Identidade


Meu Vista virou XP
não roda mais jogos 3D.
O que dizer de um ser humano
que não se vê
nem A nem B?

Raquel Amarante N.

12 comentários:

  1. De imediato, foram estas as letrinhas, as suas, que o teu "poeminha" fez-me imaginar:
    Um alguém sem se atentar pra X ou Y
    perdendo oportunidades N
    de atuar na hora H
    pra atingir seu cimo G
    e escrever sua ID...

    Obs.: á todos, que assim como eu, padecem de uma desnutrição da perda, não de cálcio ou ferro, mas do próprio nutriente "eu",
    recomendo a sopa de letrinhas cheia de sustância da poetiza mestre-cuca Raquel.

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  2. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkKKKK

    (Um instante de silêncio, por favor, para eu respirar..)


    Não sei o que dizer.. (Tauma!!***)
    Encantada!!!
    Talvez seja melhor não dizer nada...
    Diante do encanto, pairo inerte na frente do computador.. tentando decodificar a mensagem...

    ESTUPOR! É o que sinto agora!!!
    Sr.(a) Anônimo(a)

    Eu, simplesmente, adorei!!!
    Eu prefiro não dizer mais nada..
    É inteligente demais pra ser verdade...

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  3. hehe...
    Confesso que sua reação deixou-me meio acanhada pra retribuir resposta.
    Diante do seu encantamento, estupor!, todo o meu alfabeto de letrinhas se dispersou, aturdidas, desconexas e pobres letrinhas...
    Mas, diante e por causa da sua radiante e presumida alegria (?), eis que se voltam, arregimentam-se outra vez e começam a recontar as contas do seu colar, em letras promissórias/promessas, de A a Z:
    Raquel,
    talvez todo dia seja D
    seu poema é límpido como LCD
    e complexo, pois versa em 3D!
    mas, ela não é esnobe, ao contrário, é natural e cordial
    como o seu lirismo PHD...

    Perdoe-me.

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  4. Sua habilidade poética destoa neste blog...
    Leio seus comentários com perplexidade... Não pense que isso é negativo...
    Só Clarice Lispector me causa perplexidade... (Agora não só ela mais...)
    Acontece que Clarice me causa perplexidade por suas palavras cinestésicas que perscrutam o íntimo.
    Já suas palavras me deixam perplexa pela tamanha perspicácia, genialidade em escrever tão naturalmente comentários tão poéticos. Não tenho essa facilidade em escrever... O que tenho que fazer para descer a palavra é uma prostituição completa de sentidos!
    VOCÊ, brinca com a palavra, é cúmplice dela.
    Não há porque pedir perdão...
    Obrigada pela sua presença aqui.
    Ficaria muito feliz se pudesse ler algo a mais de sua autoria... Deve ter um blog tbm... Deve ter um livro...
    Escreve tão bem...
    Como dizia Olavo Bilac, respeitosamente, "Invejo o ourives"

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  5. Já não tenho palavras...

    Perplexidade a mim? E tudo por causa das minhas míseras palavras!?
    Desculpe-me refutar a imensurável consideração, ainda que agraciado, mas é porque, e principalmente, eu não merecê-la por justiça e competência.
    Muito bem ela está, e nisso concordo, com o Espectro Espectador (a) Esclarecedor pra a Perplexidade em Clariceando...
    Nesse seu poema sim, toda a perplexidade da 'incompreensão' do que se 'compreende' é sentido na aproximação entre a autora e a sua vivaz leitora em espectro Lispector espectodora, Clariceando...
    Você sim, menina, tem o dom da palavra.
    A respeito das últimas menções, te digo que não tenho blog nem livro, e sobre a "inveja", acho que do ofício de ourives nada tenho, ou melhor, e quando muito, sou, talvez, um ourives valdevinos que ao invés de pedras preciosas ouro lapida com muito esmero e ilusão, muito cascalho e ouro de tolo...

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  6. Já não tenho palavras...

    Perplexidade a mim? E tudo por causa das minhas míseras palavras!?
    Desculpe-me refutar a imensurável consideração, ainda que eu me sinta muito agraciado (a), mas é porque, e principalmente, eu não merecer por justiça e competência.
    Muito bem ela está, e nisso concordo, com o Espectro Espectador (a) Esclarecedor pra a Perplexidade em Clariceando...
    Nesse seu poema sim, toda a perplexidade da 'incompreensão' do que se 'compreende' é sentida na aproximação entre a autora e a sua vivaz leitora com espectro Lispector espectodora, Clariceando...
    Você sim, menina, tem o dom da palavra.
    A respeito das últimas menções, te digo que não tenho blog nem livro, e sobre a "inveja", acho que do ofício de ourives nada tenho, ou melhor, e quando muito, sou, talvez, um ourives valdevinos que ao invés de pedras preciosas e ouro lapida com muito esmero e ilusão, muito cascalho e muito ouro de tolo...

    Obs.: Desculpe repetir o mesmo comentário quase na íntegra, mas é que seus vários erros poderiam dificultar em muito sua melhor compreensão.
    Sorry. rs.

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  7. "Uma coisa bela persuade por si mesma, sem
    necessidade de um orador" Shakespeare

    Sr.(a) Anônimo(a)

    Sentimentos não erram.
    Se a singeleza com que me escreve me deixa perplexa de encantamento, expresso verdadeiramente o que sinto... Revelo a peça íntima, sem me intimidar..

    Se suas palavras são míseras... Olha só, atingiram meu paladar!

    ***Agora, perplexa, penso,
    porque não tem um livro,ou um blog...
    Ou um lugar onde eu poderia encontrar mais desses seus versos...

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  8. Diante, agora, de algo mais consistentemente belo, digo do seu retorquir, resta-me, somente, calar-me, prostrado e vencido diante de sua persuasão shakespeareana...

    ***agora, perplexo (a), penso e respondo:
    escrever um livro, ou ter um blog... "tê-los, ou não os ter?"...
    Ah... vã filosofia...

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  9. Perdoe-me sr.(a) Anõnimo(a)

    Não queria ser indelicada ao perguntar se tem um lugar onde encontro seus escritos.. Só de tê-lo(a) aqui neste blog exalanto tamanha poeticidade em presença anônima, me é de muito bom grado...

    =) Feliz por sua presença!

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  10. Reciprocamente feliz por ler seus poemas.
    Enquanto à existência de um lugar em que possa achar esparsos meus andrajos escritos, digo que não. Sem blogs e sem "opúsculos". Ou melhor, que sim, em um lugar...
    Não, não, expressei-me mal, diria que, se há nos meus comentários uma nota de "poesia" é tudo em tributo da leitura da sua poesia... (esta sim sem aspas, evidentemente).

    *** Releve as incontidas reticências, elas não dizem nada, apenas figuram na frase.

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  11. Hiii.. Freud me ensinou a não desprezar nada no discurso...rsrsrs

    Não sei o que fazer com vc...
    É humilde demasiadamente...
    Mas o que fica é minha admiração pelo que escreve neste blog, nisso jaz a felicidade desta aprendiz de poetiza.

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