"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas, quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ser tão...


De sertão não gosto de falar.
Basta-me a aridez do meu ser tão...


Raquel Amarante N.

4 Comentários:

Anônimo disse...

Fale, declame, cante, por favor.
Afinal, não é mesmo que "o sertão está em toda parte?"
"Não há ó gente ó não, peça íntima como essa do seu ser tão..."

Raquel Amarante disse...

rsrsrsr
:) MtO bom!!
A "vida agreste, que me deu esta alma agreste"
E de fatO, o sertão está em todo lugar...

Anônimo disse...

Então, a vida agreste, a alma agreste e o teu poema agreste são, antes de tudo, fortes e agrestes.

luiz gustavo disse...

eu não te (re)defino
a poesia - eu sinto -

e não sinto azia
nem má digestão
quando absorvo
um poema

já o signo
das palavras
me interessa

não me interessa
é o curso delas

sonhar a imaginação
imaginar os sonhos
sorrisos tristonhos !?

- saiba: sonhamos o que somos
e somos nossos sonhos

ser tão triste ou não ser - eis a questão :

(d)esc
re
ver à alma

este é o curso
e o signo que te acalma !?

siga o coração nem tanto a razão
muito menos a ins-
piração

( so
mente (e) sonhos )

lembra:

o olho descortina
a retina

a boca destina
à cortina

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