"A minha intimidade? Ela é a máquina de escrever. " Clarice Lispector

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Sectarismo



Um brinde aos desencontrados!
Porque maior desencontro nesta vida,
não é perder-se no coração do mundo,
é senão ser perda do próprio coração...

Raquel Amarante N.

2007


4 comentários:

  1. Um pouco de paciência com esta leitura limitada que se faz da não compreensão do título com o poema, e julgá-los ambos, em um primeiro momento, como não consoantes pra uma interpenetração de sentidos correspondentes.

    Considerando melhor, pode ser que sua intenção fora dar justamente ao título e ao poema uma correspondência sem sentido, ou melhor, de sentido parodaxal, pois um sectário notabiliza-se primordialmente por se achar um "encontrado" nas suas ferrenhas convicções.

    Não, não, muito melhor fazemos em ignorar e com muita gentileza mandar pras cucuias desmemoriadas toda essa demonstração gratuita de crítica literária barata. Um brinde pra que a gente possa esquecer disso, pois eu prefiro perder-me "no coração do mundo". [...]

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  2. rsrsrsr

    Entendo o que quer dizer na sua obervação do termo "encontrado"
    Quem poderá dizer quão desencontrados são os "encontrados", e quão encontrados são os desencontrados?

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  3. Possivelmente a desencontrada razão no encontrado amor de Edu e Mon, ou do desencontrado amor na encontrada razão dos mesmos pombinhos distritais, afinal, "quem um dia irá dizer que não existe..." ?

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  4. razão, nas coisas feitas pelo coração."

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