"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas, quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf

domingo, 8 de setembro de 2013

Iara


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    Quando Iara sorria
    acima do trio
    passeata parou.
    Ou foi meu olhar que inerte
    avistou nu encanto
    a beleza de quem luta
    a beleza de quem UNE
    a beleza do Brasil.
    Era Iara, tão bela
    sereia do mar de gente,
    Mutirão.
    por um momento pensei
    há belezas que renovam nossa alma
    só de se ver...
    Por um momento eu amei
    tornei a lenda tão real
    em meu coração.

    Iara,
    sereia,
    mulher inteira.





    (Raquel Amarante - CONUNE Goiânia -2013)


3 Comentários:

Anônimo disse...

Que Belo poetiza!!!
Um mar de alegrias em seu domingo!

Anônimo disse...

Ainda que o mundo
seja um moinho,
- e assim seja -
vai coração de estudante
aprendendo e transformando
a escola da vida

tornado a lenda tão real...

PS.: Ah poetisa,
seu verso de sereia
nos hipnotiza,
morremos todos na areia...

Raquel Amarante disse...

Legal viver e serem reais encontros poéticos que me fazem bem assim...
:))

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