"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas, quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carta não enviada n° 0



Aos amigos leitores deste blog,

Hoje, introduzo o gênero carta no varal. São as peças mais íntimas que lhes apresento. Cartas não enviadas que tenho escrito há algum tempo. Destinam-se a pessoas que passaram por minha vida e, de alguma forma, transpassaram-na. Trouxeram, deixaram algo. E sabe o que eu faço com algo?
Nada! É este algo que faz alguma coisa em mim... Comigo...
Amigos, amores, conhecidos, pessoas esperadas e inesperadas que já compartilharam momentos, fluxos de pensamentos comigo, serão trazidos, ressuscitados nestas correspondências, ou talvez agora, circulares.
São cartas, mas algumas, podem até levar o nome de bilhetes, breves, mas que passam uma mensagem inteira.
Usarei pseudônimos para tratar os destinatários, mas não os deixarei solitários, usando um pseudônimo também.
Muito prazer,

Stella Graal

*** Tenha acesso a todas as cartas já postadas, clique aqui: "Cartas não enviadas"

14 Comentários:

Fabio Rocha disse...

Adorei a canção do varal :)

Anônimo disse...

Então, de longe, um barulho, se o ouço, só por pensar, já venho correndo, revolvendo minha caixa de correspondência e, se nada encontro, grito: "Stop, oh! Yeah! Mr. Postman! Auferir minha missiva esperada, minha epístola aguardada, minha cartinha inesperada...

P.S.: Oh, Sra. Remetente, o seu mais novo gênero de peça íntima faz-me lembrar da sua mais "selvagem" escritora, a que lhe escreve cartas de infinda "perplexidade", quando penso que um amigo dela, também escritor, sabidamente ou sabinomente?, coligiu e publicou alguns escritos postais trocados de longa data entre ambos, como, "cartas perto do coração..."

Carol disse...

Interessante!

Raquel Amarante disse...

Sam Phillips é ótima!!

Raquel Amarante disse...

Mr. Postman..KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eita.. Mr. Anônimo,

Eu adoro aquelas cartas de Clarice e Sabino...
Acho agradável ler cartas...

Anônimo disse...

"Stop! Oh, Yeah! Please Mr. Postman."
Antes, porém, Help me!, help me! Mr. Postman, desta sagaz Miss Remetente em quem meus ingênuos comentários fazem cócegas, mas ela não se coça, apenas me caçoa e retribui-me os dizeres com um raro selo de ironia...
- mas sua poesia é boa... -

P.S.: "Sou anônima (o) curiosa (o)" que quer saber se uma nova e especial mudança sugeriu a "metamorfose" do seu blog.

Raquel Amarante disse...

Olha...
Estou testando uns layouts novos, pq o meu antigo não contempla alguns recursos, todavia, estou com saudades do antigo...
Não estou conseguindo me acostumar com este não... =(

Flávio Colares disse...

Sei como é isso, é difícil deixar o que se está acostumado. Qdo entrei no seu blog a primeira vez no novo layout, a primeira impressão foi de perder o chão.
Depois fui me acostumando e acho que ficou muito bom, bem bonito, combina com vc.
E o bom é que dá facilmente para entrar nas postagens anteriores.
Uma delícia!

Anônimo disse...

A primeira impressão foi de estranheza por não encontrar, sobremaneira, a sutil cor-de-rosa tão peculiar das suas "peças íntimas" em varais expostos como que nos "quintais" dos quadros de Monet, - estes uma segunda mudança - . Mas, não se preocupe, e não aflija seus habituados leitores, com o tempo todos vão se acostumar com o "espectral" novo... ainda mais que esse novo layout oferece recursos bem interessantes, ou melhor, "contempla", como vc diz, primeiro deles está na vantagem de relacionar os poemas afins.
"Tudo está bem quando termina bem" rs.

Raquel Amarante disse...

Olha, confesso estar com muitas saudades de Monet...
Mas, assim... Monet fez parte de uma Raquel que postou este blog no ano de 2007, um blog bem diferente deste... Reformei (Aliás, ressuscitei) o blog e não consegui tirar o impressionismo da minha vida... Hoje, me vejo mais Dadaísta, Surrealista e Fovista, talvez...
Mas ainda não me acostumei com minhas asas novas de mariposa não...

Anônimo disse...

rs.
Deixemos ao tempo a missão de tudo fazer que se assente, ou quase tudo, mas nem sempre. Ah, minha explicação não é clara, de toda forma, aliás, é responsabilidade do tempo e não nossa que o mesmo passe...

Ah... "asas de mariposa" ainda encolhidas e mais trabalhosas que um fardo, que linda metáfora, Raquel! (rs.)
Permita-me discordar, contudo, que as suas novas asinhas querem adejar como a formosa borboleta Psiquê. (rsrs.).

Se bem que vc é que tá certa, pois borboleta é uma mariposa, não é mesmo?

Raquel Amarante disse...

rs
Olha, o que eu sei é que as mariposas são mais noturnas que as borboletas e alçam vôos mais longos..

Anônimo disse...

Sabes muito, e com isso me vais instruindo como uma mariposa livre e noctâmbula à mosca quase morta que lhe pousa distraidamente no seu poema...

(Ah, D. Mariposa, sua arte de versejar tem um pouco da capacidade de tecer teias de aranha...) hehe.

Raquel Amarante disse...

Sei nada.. um dos recursos que os poetas têm é o não saber.

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