"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas, quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Amarante

queria
amar
só no sobrenome.

(Raquel Amarante)
#sqn

6 Comentários:

Fernanda Fraga disse...

Mas o Amor sendo pois completude
te escorreria nos poros, e resplandeceria-te também errante?
Por sob teus tantos medos;
Ou te beberia deles em todos teus nomes?
E te entregaria a pungente dilatação
Em indagar-se em sê-lo no outro (Amar)ante?!

PS.: Você me inspira querida poeta. Obrigada por assoprar nuvens de inspiração por aqui e me permitir transbordar em sua poesia. Obrigada por tudo!

Assis Freitas disse...

revisitando o varal, bela poesia em exposição,



abs

Anônimo disse...

Queres malfadar o seu sangue,
alviltar a sua heráldica?

Pois não só se deve amar antes,
mas amar ante, e sempre, o grande,
o insignificante, o nada.

E de avoengas eras, passado e futuro, no presente
corre o sangue, em seu sangue,
concentrado e resplandecente em
seu nome, mas principalmente em seu ser:

De Nascimento AMARantes...

Raquel Amarante disse...

por quê? Por que não é amarANTI?
rs

Anônimo disse...

Então tá, vejo que renegarás teu nome
e não somente hás de renomeá-lo como também hás de desnomeá-los
e estiolará a sua estirpe.

AmarANTI, assim seja,
pois o amor tem nomes que
o próprio nome substantivo amor
e o verbo amar desconhecem...

Inominados, inconjugados,
amor amores...

em Raquel amarANTI do nascimento.

Raquel Amarante disse...

Adoro seu modo de escrever... e, meu novo nome... rs

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