pobre sol
na casa 8.
mergulha tão profundo
com ímpeto e violência
paixão e veneno
faz qualquer mundo ficar pequeno
amplia as dimensões obscuras
críticas, mórbidas, lúgubres.
sem medo de alturas
mergulha uma duas três
vezes
no abismo
destroi o que ama
ama o que destroi
sopra
acende
apaga
vai embora
reclama
não ama
não pode amar.
desvia o olhar
e habita a tranquilidade de uma fantasia
de uma outra casa
supostamente.
casa oito só sente.
muito.
casa oito é oito oitenta.
onde impera casa oito
não há, não é possível existir
o outro.
(raquel amarante)
Bom estar aqui...
ResponderExcluirAconteceu um probleminha com a lista de blogs que eu sigo, por isso estou seguindo de novo.
Beijos
Ani