"A minha intimidade? Ela é a máquina de escrever. " Clarice Lispector

"A minha intimidade? Ela é a máquina de escrever. " Clarice Lispector

Sobre a autora

"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quando capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" Virgínia Woolf






Enterneço-me ante a poesia revolucionária, carregando a bandeira vermelha Woolfiana, lispectoriana, neo-marxista...

E o coração bate niilista

mas sempre romântico.

De poesia corpo-etérea, reticencial, muito lógica, pouco lírica, sem redondilhas, sem obrigação de ser. De estranha vontade de viver e de entender, e entender, e entender... E ser entendida...

Talvez falte as palavras, ou não falte nada. Talvez um estranho esforço por retorquir o silêncio e transgredí-lo, e afrontá-lo, no encalço da palavra redentora, do verbo reparador.
Na busca desejosa e sempre errática por transpor e transubstanciar sentimento em palavra com o mesmo ardor revolucionário de que se sente. Sabendo que o que é mesmo revolucionário, não cabe em dicionário, sucumbe o texto, só o coração é capaz de conter.



Mas insisto nos ecos das batidas cardíacas, e nasce esta poética disritmica. 



Porque a verdadeira revolução não derrama sangue.

mas doa

perdoa

pacifica

ama
faz poesia
compartilha
não morre jamais.



Raquel Amarante




Twitter: @RaquelAmarante
Instagram: raquel_amarante

E-mail: raquelamarante11@gmail.com

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