"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
Seu poema cativou-me imaginar outras perspectivas, mas indo ao seu jardim, eu sou quero colher as flores amigas, da amiga autora:
ResponderExcluirReflexão de um jardineiro: "A Natureza parece ser imponderavelmente sensata, afinal, ela ajustou que, "se tudo fossem flores", tudo seria "flores do mal"..."
* Não o li, mas pelo título, Baudelaire fora muito menos primaveril que você...
Que fantástico! Muito pertinente...
ResponderExcluir"flores do mal"..." De fato!
Seria o mesmo se só houvesse uma cor... Mesmo se esta cor fosse a mais bela..
Detesto amarelo, mas seria infernal enxergar tudo azul..
Ando em terra esconsa, mas
ResponderExcluirDiz a Física - não sei se a Óptica - que de uma só cor, a branca da luz do sol, digamos universal, deriva e proporciona todas as outras por meio de um fenômeno chamado Refração, do qual, o arco-íris é a sua mas célebre expressão.
*** Não entendo nada de Física, mas não é que os físicos também poetizam? ...
E como poetizam...
ResponderExcluirTão bem que parece verdade...rsrs
Não suponho que esta sua resposta seja uma arco-irisada ironia. Entretanto, a símil verdade poética dos físicos te parece ser, antes de tudo, física ou metafísica?
ResponderExcluirVeja Einstein...
ResponderExcluirUm físico tão ligado à metafísica...