"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
Um pouco de paciência com esta leitura limitada que se faz da não compreensão do título com o poema, e julgá-los ambos, em um primeiro momento, como não consoantes pra uma interpenetração de sentidos correspondentes.
ResponderExcluirConsiderando melhor, pode ser que sua intenção fora dar justamente ao título e ao poema uma correspondência sem sentido, ou melhor, de sentido parodaxal, pois um sectário notabiliza-se primordialmente por se achar um "encontrado" nas suas ferrenhas convicções.
Não, não, muito melhor fazemos em ignorar e com muita gentileza mandar pras cucuias desmemoriadas toda essa demonstração gratuita de crítica literária barata. Um brinde pra que a gente possa esquecer disso, pois eu prefiro perder-me "no coração do mundo". [...]
rsrsrsr
ResponderExcluirEntendo o que quer dizer na sua obervação do termo "encontrado"
Quem poderá dizer quão desencontrados são os "encontrados", e quão encontrados são os desencontrados?
Possivelmente a desencontrada razão no encontrado amor de Edu e Mon, ou do desencontrado amor na encontrada razão dos mesmos pombinhos distritais, afinal, "quem um dia irá dizer que não existe..." ?
ResponderExcluirrazão, nas coisas feitas pelo coração."
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