Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)

Divertidíssimo!
ResponderExcluirMuito bom!
ResponderExcluire um tanto quanto verdadeira rs.
Beijos!
hehe! gostei! (rsrs) ;p
ResponderExcluirEu concordo, com e sem a correção.
ResponderExcluirbela tirada, Raquel!
ResponderExcluirQue lindo!
ResponderExcluirAdorei!
Passando para lhe desejar um bom final de semana!
Beijos meus
Adorei!
ResponderExcluirBeijos meus querida e um bom final de semana!
Agradeço a presença de todos!
ResponderExcluirBom. Confesso. É um fetiche meu.
ResponderExcluirBjs!
rs
ResponderExcluirrs
ResponderExcluirÉ Raquel! Lembro direitim! Hahahahaha! Inconsciente determina tudo, TUDO! KKKKKKKK
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