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De Rio Letes a Geração Prozac



Cooperar com a morte e esquecer a vida.
Cooperar com a vida e esquecer a morte.
Esquecer,
pra não entender.
Esquecer,
pra esquecer.
Nenhum copo desse rio vai matar essa sede do nada.
Nenhum comprimidinho vai matar essa fome de tudo.
O pintor, com suas cores quentes, mente.
A memória apagada ressurge, sintomática.
E a vida se repete novamente,
amarela-apática.

Raquel Amarante N.

“Ter que se iludir, ao se encontrar
 como mecanismos de uma bruta ilusão
E não sentir o que real, o que é viver.
O que é ser, se já não sente?
Se ser drogado é ânsia de não ter querer.
Pra que fugir? Se os problemas sempre vão amanhecer
com você.
E não
tem fim” 

Música: DROGAS - Catedral



Comentários

  1. eu não entendo a pessoa precisar de quimica para resolver "problemas".
    fica dificil falar do que não se conhece...

    ResponderExcluir
  2. Gostei do poema e não podemos deixar a vida se repetir.

    Um abraço!

    ResponderExcluir
  3. A vida é tão breve: merece ser intensamente desfrutada!

    ResponderExcluir
  4. é...

    difícil mesmo!
    a solução seria? sem solução?
    viver? aceitar ali a cadeira vazia e outras coisas buscar para seu próprio prazer.

    não sei, talvez os pequenos encantos,
    vícios e delícias de si.

    beijo

    ResponderExcluir
  5. Oi Raquel, primeiramente queria parabenizá-la pelo seu blog, muito bem organizado e um ótimo layout!
    E sobre o título do meu blog, peguei do filme A Origem (Inception), é uma das falas do Cobb (personagem principal) se não me engano!
    E por último, muito obrigado pela visita, és sempre bem vinda!

    ResponderExcluir

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