Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
"Giro
ResponderExcluirem torno
do giro"
"sugiro"
(...)
Pós-epígrafe:
"5 minutos, a sabedoria
e duas tragédias".
E não é que faz sentido! Ou talvez não! Vivo em volta da vida! Enquanto à volta tudo gira em torno do Giro o.O, ahh menina, teu blog é tão demais!
ResponderExcluirKKKKKKKK
ResponderExcluir"Pós-epígrafe:
"5 minutos, a sabedoria
e duas tragédias"."
Vou pensar sobre isso!
Brigada Sandra!!!
ResponderExcluirAdoro seu espaço tbM!
Pensar sobre aquilo?
ResponderExcluirMas, em que circunferência?
rs
ResponderExcluirNo ciclo vital onde mora o sentido das coisas...
No fundo somos todos circunferências.
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