Pular para o conteúdo principal

Voz de professores (Ensino público)





Bostas
bóiam
na aula.

Raquel Amarante N.

Comentários

  1. hehehe...
    Ah, senhora poetisa, e quanto mais se revolve essa titica chamada "Ensino público"... Não, de fato, ninguém a revolve, muito menos quem tem por dever revolver-lhe uma especial atenção e não a deixar neste 'estado', podre e a cheirar mal, cada dia mais, onde "bostas bóiam na aula"...

    Pessando, outrossim, em seu versículo de "Voz de professores" - ou seria de alguma coisa de natureza nauseabunda? - apreendi a lição e resolvi endossar o coro com este abecê tão bem ao espírito da nossa educação. Repitamos, professores e alunos:

    "Basta
    Bosta
    Besta

    Besta
    Bosta
    Basta

    Basta
    Besta
    Basta"

    Desculpe...

    ResponderExcluir
  2. hehehe...
    Ah, senhora poetisa, e quanto mais se revolve essa titica chamada "Ensino público"... Não, de fato, ninguém a revolve, muito menos quem tem por dever revolver-lhe uma especial atenção e não a deixar neste 'estado', podre e a cheirar mal, cada dia mais, onde "bostas bóiam na aula"...

    Pessando, outrossim, em seu versículo de "Voz de professores" - ou seria de alguma coisa de natureza nauseabunda? - apreendi a lição e resolvi endossar o coro com este abecê tão bem ao espírito da nossa educação. Repitamos, professores e alunos:

    "Basta
    Bosta
    Besta

    Besta
    Bosta
    Basta

    Basta
    Besta
    Bosta"

    Desculpe, bis...

    ResponderExcluir
  3. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    ADOREI, ADOREI OS VERSOS!!!!!!!!!!!

    "Basta
    Bosta
    Besta

    Besta
    Bosta
    Basta

    Basta
    Besta
    Basta"

    TRIS

    ResponderExcluir
  4. É.. Carol.. Não me orgulha este poetrix não....

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Você pode fazer comentários mesmo sem ter uma conta do Google ou sem ter um site. Basta clicar em Nome/URL, colocar seu nome e comentar. Sejam bem vindos! ;)

Postagens mais visitadas deste blog

Escurice Lispector

Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua  hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...”  (Linha do Equador - Comp.: D...

Será se...

Uma formiga agonizante na pia remexe as pernas como se pedisse ajuda. Luta para viver. Luta para escapar. Como se desculpar com uma formiga que escolhe um caminho que ela nunca imaginaria que pudesse lhe matar? O que leva essa distraída, essa louca dessa formiga a se aventurar num braço humano assim?! Seria pra fugir da água? Seria para fugir de outro tipo de morte? Perdoe-me formiga, quando dei por mim já lhe tinha esfregado minha mão direita sem jamais imaginar que lhe atingiria os órgãos vitais. Não, não me sinto alguém maior, superior, um deus capaz de recortar seu ciclo de vida. Na verdade, sinto uma fatalidade tão profunda que parece que era minha vida ali extraída. Na verdade, me dói, você viu! Você viu que eu tentei de modo bem desajeitado uns primeiros socorros. Eu tinha uma esperança enquanto você mexia os membros inferiores de que haveria possibilidade de reatar a vida, você lutou por ela! Quem diria, nem eu, nem você, que a vida findaria ali, no mais simples e nu do cotidia...