"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
Raquel,
ResponderExcluirMe fez refletir... Gostei.
Um beijo!
Verdade Raquel, depois que morremos somos todos iguais, ricos e pobres, feios e lindos, brancos e negros... A terra há de consumir a carne inerte, outrora tão sofrida, ou tão ostentante.
ResponderExcluirBeijokas, estava sentindo sua falta por aqui.
Querida amiga
ResponderExcluirÉ verdade.
Pena que ainda
não tenhamos aprendido
que se em vida
construíssemos
um mundo mais igual,
a vida seria
plena para todos.
Vida plena em teus dias.
mais até na morte somos diferentes
ResponderExcluiracredito que assim como na vida temos diferenças , na morte também temos
nem todo mundo vai para o mesmo lugar..apenas somos enterrados do mesmo jeito... mais depois de lá quem é que sabe para onde vamos ?
Beijos :)
Levou o consumismo com ele, mas não sabia que lá debaixo eram todos iguais! ;] Interessante pensar..
ResponderExcluirPoesia-pensamento com senso de humor!
ResponderExcluirAbraços, bons caminhos...
forte querida!
ResponderExcluirbeijos perfumados..
E ainda existe os que trocam a vida pela morte. Não essa morte para que todos vamos, mais a morte em vida que, julgo eu, ser a pior entre as duas.
ResponderExcluirBeijos querida!
Agradeço o carinho de todos! Pretendo postar mais vezes e visitar o cantinho de todos vcs! BjOS
ResponderExcluirComunismo entre os mortos: ecumenismo.
ResponderExcluirKKKKKKKKK
ResponderExcluirAdorei Guilherme!!
Boa Quel,
ResponderExcluirMe fez lembrar uma passagem: "do pó vistes e do pó voltarás".
Beijo,
Fé Fraga.