Pular para o conteúdo principal

Haikai de amor posto à prova



O amor não remi seus pecados.
Não reme
venha a nado.

(Raquel Amarante)

Comentários

  1. O poema é de poucas palavras mas é maaravilhoso, pra mim soa musicado.
    Um beijo,
    Fé Fraga.

    ResponderExcluir
  2. Não conhecia... Achei leve, e de uma força incrível,

    Lembrei de Caio: 'Vc precisa me prometer que vai remar, re-mar, amar'

    Um beijo

    ResponderExcluir
  3. sempre muito intensos no significado..
    beijos linda!

    ResponderExcluir
  4. Pois a nado os braços jáestrão postos aos abraços...
    Abraços

    ResponderExcluir
  5. Legal o Haikai, Raquel. Há alguns meses atrás conheci como era um haikai e considero muito interessante pela simplicidade de palavras, mas com um significado muito particular. ;]

    ResponderExcluir
  6. Tu blog está excelente, me encanta un saludo

    ResponderExcluir
  7. Ah, quando o amor vale a pena, vai a nado mesmo quando não se sabe nadar - se afoga, claro, mas se vai =)

    Bjs!

    ResponderExcluir
  8. "O amor não remi seus pecados" faz-me lembrar, não sei o por que, deste verso: "Perdão, sina dos Pais, quando não dos Amantes" do CDA.
    Você, Raquel, verseja como se nadasse tendo contra a vaga, e mesmo assim você vaga, divaga nas correntezas de um pensamento.

    Hai Kái
    uma íntima
    peça, Ra Kél...

    ResponderExcluir
  9. Amiga Anônima,

    Como eu adoro a poética de seus comentários... E ainda me presenteia com Drummond...
    Obrigada!

    ResponderExcluir
  10. Lindo Alê! Não conhecia estes versos do Caio!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Você pode fazer comentários mesmo sem ter uma conta do Google ou sem ter um site. Basta clicar em Nome/URL, colocar seu nome e comentar. Sejam bem vindos! ;)

Postagens mais visitadas deste blog

Escurice Lispector

Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua  hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...”  (Linha do Equador - Comp.: D...

incólume

todos os dias é um arrependimento diferente eu nunca canso de me arrepender queria apenas ter ficado ali onde a coragem me bastava mas não houve jeito inquieta e não aceita um mental trejeito de retomar o que não faz canoa andar. será que eles não olham para trás? Para o rastro, para o erro Houve erro? Eu só queria não ter perguntas.