Apressa-te pra chegar
a nenhum lugar.
A vida sentada espera o trem
que um dia vem.
Tal qual a morte existe
se a palavra aqui persiste
é que o ponto vida não fez-se final.
Desconfio que a vida é finita
e a palavra, imortal.
(Raquel Amarante)
a nenhum lugar.
A vida sentada espera o trem
que um dia vem.
Tal qual a morte existe
se a palavra aqui persiste
é que o ponto vida não fez-se final.
Desconfio que a vida é finita
e a palavra, imortal.
(Raquel Amarante)
Nuooooooooossaaaaa!
ResponderExcluirO visual ta muito diferente e muito bom!
Impactante mesmo do que era para o que está.
Parabéns!
O poema também tem tudo haver com essa, digamos, nossa fase.
Bjs!
Mas, por que te 'apressar pra chegar a nenhum lugar'?
ResponderExcluirSe, ora, mesmo não partindo, "sempre se chega, enfim..."
Saiba que aprecio o lúdico e, por essa mesma desvairada condição, o lúcido jogo de paradoxos com que você tão bem tece com o pensamento e as palavras, e delas vai ouvindo e fruindo seus segredos transubstanciados em mortal e miraculosa poesia. Morte, Vida, Palavra...
Morte, trem de inequívoca sorte
leva ao derradeiro e definitivo norte:
"nada a acrescentar: sobre a morte"
Que é Nenhum Lugar!?
Onde, já não se sabe,
mas, em verdade, nunca se soube,
se é a vida da palavra que existe
ou a palavra da vida que persiste
(...)
Linda poesia, Raquel. Como sempre vibrando as cordas mais sutis da alma! Beijos!
ResponderExcluirQue bonitas palavras
ResponderExcluira vida é finita realmente!
Beijos
JU
Minha querida
ResponderExcluirpassei e gostei do que li e estou seguindo para voltar.
Um beijinho
Sonhadora
Agradeço a visita de todos...
ResponderExcluirVamos ver o que eu posso fazer para ressuscitar este varal... :)