Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
Querida que lindo! Em poucas palavras dissestes a pura verdade.Não é só a poeira da casa, mas também a da alma.
ResponderExcluirTenha um domingo acolhedor e feliz.Bjs Eloah
Estamos sempre envolvidos em varrer a poeira da nossa mente, limpando-a dos problemas cotidianos, dos nossos medos, e é assim que valom levando a vida. Lindo texto. Beijos.
ResponderExcluirQuando há somente a saudosa lembrança da ausência dos passos antigos esquecidos na velha casa abandonada, lá dentro dela, a poeira, dona esperançosa e cheia de zelo, fica andando silenciosa a cuidar e a lembrar da presença dos antigos caminhos da casa organizada...
ResponderExcluirQue ótimo ponto de vista!!!!
ResponderExcluir:o)
Este varal ana tão empoeirado...rs
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