Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
Vigia o céu,
ResponderExcluirdescubra qual é a lua.
Vai à folhinha, vê se o calendário
confirma o que o cosmo lhe apresenta aos olhos noturnos...
A lua é boa, há certeza,
a sua fase é propícia.
Mas, cuidado, pois a mão de quem corta também precisa ser boa.
Sim, o universo conspira a favor:
lua nova, lua crescente...
Irmã lua, stylist moon,
saibam que de superstição e vaidade
também se alimenta
"a esperança
de que a mudança
convença o espelho
de lá de dentro."
P.S.: Olá poetisa peregrina, há quantas luas não nos vemos, hein?!
Por tão longa ausência, desejo como prêmio a que lhe trouxe mil e uma noites de enluaradas noites em todas as estações.
:)Andorinhas vão e vêm...
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