Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
O amor tem hora, ora.
ResponderExcluirMas será que o amor tem relógio,
consulta agenda e calendário,
ou, muito pior, o amor também
é terrivelmente regido pelo Tempo?!
P.S.: Quem ama apressado ama cru?...
P.S. II: Com ou sem amor, trazida pelo tempo ou não, digo-lhe Sra. Poetisa que seu retorno está muito
atrasado.
Minina... qto tempo não vinha por aqui apreciar esse varal! Adorei todos os hai kai.
ResponderExcluirBeijuuss