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Roda da Fortuna

Se o fogo testa a alma
e pede calma
e a terra finca os pés
atola os sonhos
se o nado é pesado
de braçadas
e o ar da graça
tornou-se rarefeito
se as leis de Moros
não podem ser lidas
a não ser por oráculos.
"Se nem mesmo os deuses
podem lutar contra anánkê"
É... É preciso fé...
e é preciso, também, o agora.
e escutar os mais velhos
mais bem afeiçoados
com a natureza.
de resto, o mundo gira.

(Raquel Amarante)



Comentários

  1. Eh, quem roda a roda da fortuna? E quem são os rodados no meio do liquidificador? Ótimo poema! :)

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  2. Três moiras, lâminas de liquidifica a dor?

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