Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)

A lei do menor esforço é uma farsa!
ResponderExcluirViva a complexa evolução do nosso vernáculo esperanto futuro!
O futuro chega loquaz, veloz nas pontas dos dedos do eloquente teclado...
rs!
ResponderExcluirloucura essas redes sociais todas!
Concordo Carol..
ResponderExcluirLoucura que nos aproxima, né..
Caro anônimo,
ResponderExcluiradorei suas considerações do futuro da nossa língua.. rs
Criativíssimo..
Mas, que será da Última flor do Lácio, inculta e bela?
Temo que fique mais inculta e menos bela...
"Nois mordi a noça linga sem doh."
ResponderExcluirMais apropriadas são as suas considerações cheias de erudição clássica, sua "vox", sua "opus".
E justamente por falar em erudição, quero que sua voz latina sopre ou exale sobre este 'bárbaro'* comentário anônimo o perfume da Última flor, já que dela não posso esperar que uma de suas sementes venha fecundar o meu inculto solo vocabular.
Tudo isso exposto pra que vc tenha a dimensão da força de minha ignorância e parabenizá-la por suas muitas línguas. Lembro-me da "última flor do Lácio" em alguma página machadiana, mas remotamente. Por isso te peço que me conduza, quem é o autor da expressão em questão, decerto um clássico latino?
*'bárbaro' na acepção da Antiguidade, é claro. rs.
Olha... Conheço esta expressão de um parnasiano, amigo seu, por vc tbm ser parnasiano...
ResponderExcluirEl grand Olavo Bilac...