"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)
Raquel, que lindo isso!
ResponderExcluirObrigada Alê!! =)
ResponderExcluirinterresante!
ResponderExcluirBeijos :)
estou seguindooo ..
ResponderExcluirAdorei suas palavras, Raquel. No fundo, estamos sempre nos enchendo de nada!!! Fique fã. Vou seguir vc.
ResponderExcluircopo que nunca transborda.
ResponderExcluirOff: "diálogo interpoético"
ResponderExcluirHumm... dizemos-lhe tacitamente, obrigado, daí vem que nos ouve e responde-nos, generosamente, "de nada", à 'Sede' vazia, de copo em copo, transbordada em nada da ressaca última, inefável, brindada em taça 'Sabor de vinho'...
P.S.: [Ah, esses engenhosos e oblíquos poemas que teimam em travar surdina prosa à revelia dos seus donos. rs.]Coincidências...
Como é bom ter um copo vazio e vê-lo encher-se todo de sentido...
ResponderExcluirComo aprecio suas visitas, anônimo amigo.
Sua delicadeza no trato das palavras me inspira tanto...
É tão gostoso lê-lo...
Ao contrário de mim, não aborta a harmônica musicalidade da sua poesia, minha poesia é prosa, sua prosa é poesia. Tão mais adorável... Leve... Solfa...
Velejo no que escreve... Isto é que é ARTE...
a alma
ResponderExcluiresta que eleva
a poesia da queda
Eiiita...
ResponderExcluirNão me encha tanto e de todo o copo de elogios, pois há de deixá-lo cheio e até transbordar de vaidade inglória.
Mas, e bem ao contrário,
Se eu pudesse, roubaria de ti todas as suas palavras e considerações fazendo delas as minhas mais simples e gentis apreciações a quem de novo restituiria, por mérito e valentia, para libar, no copo ou na taça do que é criação ou ilusão da vida, o néctar da sua íntima e vital poesia...
com que sempre oferenda e brinda aos seus leitores.
Aqui é jóia também!!!! Gosto do copo vazio...
ResponderExcluirFeliz domingo!!
:o)