Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
Poético !
ResponderExcluirBjo :)
Raquel,
ResponderExcluirQue lindo isso...
Faço das tuas palavras, as minhas,
Não sei nadar de amor... Eu apenas sei me afogar dele
e o amor submerge,
ResponderExcluirbeijo
Querida amiga
ResponderExcluirGosto de palavras
assim.
que chegam simples
e nos inundam
de sentimentos.
Lindo ver
como seu blog,
fica cada vez
mais belo,
repleto de essências,
e de vida,
maravilhosa vida.
Que os sonhos te habitem
o coração, sempre...
Este não-saber te salvaou para a escrita. Nada que por nadar te recomplete de vida. Adorei o que li!
ResponderExcluirSaudações poéticas,
Leonardo Valente
http://lioh.arteblog.com.br/
Entrei no seu blog por acaso, via twitter, e quando li essas três frases justapostas, disse pra mim mesmo: -Meu Deus, o que é isso? (R. -Talento)
ResponderExcluirAgradeço o carinho dos blogueiros...
ResponderExcluirSejam mto bem vindos Leonardo e André!!!
O varal fica mais belo com a presença de vcs!
Aluísio, suas visitas sempre me deixam mto feliz!!! Alê, tava com saudades!
ResponderExcluirBjo Dani! Bjo mestre Assis!
ResponderExcluirSereias, escafandristas, monstros marinhos...
ResponderExcluirOferendas à deriva no mar,
nadar e nada de amar, ainda que a seja a nau frágil, pois o amor se salva, de nada nadar é amor...
Ah, poetisa, como a sua sensibilidade deixa-me boiando de pasmo como um marinho de primeira viagem quando que em alto mar se descobre em intempérie missão quando lhe vejo com que denodo de pirata das águas poéticas vai sulcando as ondas e pilhando embarcações inteiras de palavras para poder resgatar das profundezas do mar tesouros perdidos de poéticos "nau frágil".
Ai, como merguhar neste mar de palavras é bom quando se tem lindos amigos marinhos... Bjo querida!
ResponderExcluirEu fico é naufragada por aí nesses arquipélagos de amor.
ResponderExcluirUm beijo
Perfeito!Adoro poetrix!Que bom ter descoberto seu blog!
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