Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
oi Raquel, adorei sua página. sempre visitarei. bjs
ResponderExcluirdiego
Viu-se personificado
ResponderExcluirao saber que a vida é um teatro
e que o mundo,
o seu grande palco.
E dos dias fez seu roteiro,
das horas seu ato
e dos instantes sua cena
descobrindo que a vida, afinal,
valia a pena.
Misturou todas as artes,
pintou todas as sete.
Teatralizou quando proseava,
proseava quando versejava
e versejava quando cine assistia
seu atro puro teatro.
Dramatizou sua mortal comédia,
comediou, descomedido,
sua vital tragédia.
Fez da vida um roteiro
uma fábula, uma epopéia.
Trocou máscaras,
perdeu-as, confundiu-as, transformou-as,
principalmente.
- Sem, no entanto,
deixá-las cair. -
Na incorporação da alma
da farsa e personificação
da sua essência
de homem que se aturou...
"toda a pólis aplaudiu DE PÉ"
P.S.: Perdoe, ó querida poetisa, a esse monólogo monótono de uma cena só bebido no seu roteiro.
:) Ameiiii
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