Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
Ora, Raquel, o problema deve estar
ResponderExcluirno fato de que cada um se sente no
direito de lhe fazer esta pergunta,
e quando ela se designa a vir lhe
responder pessoalmente, leva-o
consigo e aí já era, tudo acabou. E o segredo somente sabe quem partiu desta pra outra e ouviu-o dos frios lábios da dita cuja, sem mais.
rsrs.
rsrs
ResponderExcluirela podia ser suicida, então...
Excelente idéia, ou solução, talvez,
ResponderExcluirque resolveria boa parte dos
males da humanidade que merece até
fazer parte do nosso top five de
consertos do mundo.
Entretanto, ó não, se a morte
se suicidasse, a vida morreria
de saudades!
E como a gente viveria?
Saudades não matadas são muito mais suicidas... :/
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