"Terra, Terra, até o mais distante dos errantes navegantes jamais te esqueceria"...
Ser - sem - terra, mas, para não te arar, e sim, te pisar; não te afagar, te afogar; não te semear, te tripudiar, e dos teus frutos colherá o jóio, sua jóia...
Mas lutará por ti, e por amor, amor de raiz, profundo, a sete palmos.
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MST...
ResponderExcluirMST...
ResponderExcluirSerá que entendi?!
ResponderExcluir"Terra, Terra,
até o mais distante
dos errantes navegantes
jamais te esqueceria"...
Ser - sem - terra,
mas, para não te arar,
e sim, te pisar;
não te afagar, te afogar;
não te semear, te tripudiar,
e dos teus frutos colherá
o jóio, sua jóia...
Mas lutará por ti, e por amor,
amor de raiz, profundo,
a sete palmos.
FRUTA QUE PARTIU! Amei esta sua poesia!! *-*
ResponderExcluirPerfeita...
Você entrou aqui dentro do meu peito, só pode!
Em contrário, ó poetisa!
ResponderExcluirVocê que invadira o nosso peito
em pura invasão, fazendo arrastão
do nosso chão, agora sua possessão
da nossa, também sua, terra arrasada...
P.S.: Sua poesia faz a gente ficar
sem chão, sabia?
E sua poesia nos faz ficar sem chão...
ResponderExcluirDeve ser porque, de tão extra lunar, eu não piso no chão...
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