Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
"Quem medirá o calor e a violência do coração dos poetas quanto capturados e aprisionados no corpo de uma mulher?" (Virginia Woolf)

A ética é estética
ResponderExcluirNão estática
Erra, se perdoa, se ama
PS: Olá, querida poetisa.
Após algum tempo é com grande
alegria que retorno aos seus varais
e me deparo com mais uma belíssima peça...
deixo beijos e meu novo blog
ResponderExcluirhttp://parasuafantasia.blogspot.com.br/
:) bem vindo, novamente!!!
ResponderExcluireu concordo com seus versos...
Escancaro apenas o amor qdo cego pela beleza. No plano do ideal, não vê nada além do belo. Perdoa de imediato e ainda se sente culpado pelo que lhe fizeram. Poetas românticos, e musas todas...
Ingrid, mto tempo sem te ver. Vou dar uma visitada. BJO
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