Se a palavra sangra o verso. É feminina! Vai homem abraçar seu protesto, que a mulher escreve mesmo é com a vagina. Escreve oh mulher no ápice da sinapse epiléptica. Escreve para além da forma estética. Escreve para além de qualquer forma... Na imensidão da quarta dimensão, diverge em nós, converge em nós, cega-nos! Tal clareia convidativa da fala hermética acende em nós, doce e poética escuridão do caminho que também é perder-se. Jazem poetinhas tolos. Jazem bárbaros e mouros. Ela, último espetáculo. Último crepúsculo. Da vírgula audaz. Do lirismo intacto. Da febre tão voraz de alma, de corpo, do existir para além dos dois. Sob sua palavra absorta, exorto: “Ou toca ou não toca” Mas se tocar, é morte em sentença apoplexia em aorta. Pois não se vive tamanho arroubo em vida medíocre. II Cai a noite escura Sobe estrela pura agora é a sua hora. (Raquel Amarante) “Se eu tivesse mais alma pra dar eu daria , isso pra mim é viver ...” (Linha do Equador - Comp.: D...
Qualquer pronome de tratamento soaria de formalidade ignóbil, sem a menor valentia.
ResponderExcluirNada a Valentina.
Ah, essas duas amigas, parece que não há entre elas o mais pueril pronome pessoal, mas o que elas não sabem é que, uma e outra são mercê, ou melhor, vossa mercê de cada uma.
Estas amigas quejandas. [...]
rsrsrs
ResponderExcluirEla não dá trégua de seu poderio...
Mais uma magnificência distorção: Pode-se dizer que uma é da outra o seu poderio amigo.
ResponderExcluirStella, ela é a seu irritante interstício de hermética intimidade, mas tem valência, sua valente amiga Valentina.
Valentina, por outro lado, ela é pra vc toda diferença e falta de intimidade, não obstante isso vc não perceba, justamente por não perceber isso, ela se faz em sua vida uma amiga Stella guia. [...]
rs
ResponderExcluirCurti!
Então curtamo-nos solenemente sem um tratamento pessoal de pronome intimidade:
ResponderExcluirEu? Stella!
Tu? Valentina!
Ela? Raqu...
(...)! Anôn... ?
OK!
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