O que permeia minha mente quando lhe escrevo é toda a falta de intimidade com a sua pessoa. Não comecei esta carta com pronomes de tratamento, pois sempre quis quebrar as barreiras da conveniência. Há um interstício, sim, entre a sua fala hermética e minha indagação pouco formal. A gente é tão diferente... E tão igual.
Era tudo o que eu queria dizer a você...
Stella
Saiba mais sobre esta e as outras cartas: http://raquelamarante.blogspot.com/2011/03/cartas-nao-enviadas-n-0.html

Qualquer pronome de tratamento soaria de formalidade ignóbil, sem a menor valentia.
ResponderExcluirNada a Valentina.
Ah, essas duas amigas, parece que não há entre elas o mais pueril pronome pessoal, mas o que elas não sabem é que, uma e outra são mercê, ou melhor, vossa mercê de cada uma.
Estas amigas quejandas. [...]
rsrsrs
ResponderExcluirEla não dá trégua de seu poderio...
Mais uma magnificência distorção: Pode-se dizer que uma é da outra o seu poderio amigo.
ResponderExcluirStella, ela é a seu irritante interstício de hermética intimidade, mas tem valência, sua valente amiga Valentina.
Valentina, por outro lado, ela é pra vc toda diferença e falta de intimidade, não obstante isso vc não perceba, justamente por não perceber isso, ela se faz em sua vida uma amiga Stella guia. [...]
rs
ResponderExcluirCurti!
Então curtamo-nos solenemente sem um tratamento pessoal de pronome intimidade:
ResponderExcluirEu? Stella!
Tu? Valentina!
Ela? Raqu...
(...)! Anôn... ?
OK!
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